Teste de publicidades

Deputada Teresa Leitão (PT) : Governo do Estado não comparece em audiência pública sobre o Piso Salarial Nacional do Magistério

Deputada Teresa Leitão (PT) : Governo do Estado não comparece em audiência pública sobre o Piso Salarial Nacional do Magistério

Audiência pública sobre o Piso Salarial Nacional do Magistério (Lei 11.738/2008) e o reajuste para o ano de 2017 no Estado de Pernambuco. Foram convidados os secretários de Educação e Administração do Estado, mas eles não compareceram. Estão presentes o Conselho Estadual de Educação, o Sintepe (Sindicato dos Trabalhadores em Educação), o Fórum Estadual de Educação e o Conselho do Fundeb. #pernambuco #educacao #EducacaoPEnaGreveGeral


Vereadora Marília Arraes (PT)  denuncia reformas federais

Vereadora Marília Arraes (PT) denuncia reformas federais

Na análise da vereadora Marília Arraes (PT) as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo federal vão afetar a vida de toda a sociedade, e por isso o partido abriu o debate em diversos segmentos. “Querem que se trabalhe como escravos e não querem permitir que ninguém se aposente. Exigem 49 anos de contribuição e 65 anos de idade para homens e mulheres”. Para Marília este é um pacote de maldades e a greve geral que está sendo convocada é exatamente para se contrapor a estas medidas.
 
Vereadora denuncia reformas federais

A vereadora ressaltou que foi surpreendida por uma nota divulgada pelo governador Paulo Câmara se colocando a favor das reformas, contrariando a Executiva do PSB que se colocou contrário. “Este é o pior governador que o Estado já teve. Paulo traiu Lula e traiu o governo golpista de Temer. As mudanças não são de interesse da sociedade. O que ameaça a previdência é o débito das empresas e os juros pagos”.

Rinaldo Júnior (PRB) considerou que o ato do governo do Estado vai na contramão da sociedade e por isso vai fazer na quarta-feira 26 – amanhã – reunião solene para comemorar dia 1º de Maio, Dia do Trabalhador, junto com sindicalistas, trabalhadores. “Estamos convocando todos à greve doa dia 28 próximo para defender o trabalhador”.


Falta de manutenção em posto de saúde preocupa comunidade da Vila União no bairro da Iputinga

Falta de manutenção em posto de saúde preocupa comunidade da Vila União no bairro da Iputinga

De Novembro de 2016 a Abril deste ano, o número de lâmpadas apagadas (queimadas) aumentou no Posto de Saúde da Vila União. a Unidade Vila União, localizada a Rua Nova Aliança s/n, Iputinga Recife PE , na zona Oeste, a unidade esta a sete meses com parte dos corredores às escuras pela falta de manutenção.
Moradores da Vila União, ainda enfrentam dificuldades com o atendimento no Posto de Saúde da Família, o PSF “Vila União”. Faltam Agentes Comunitários de Saúde (ACS), responsáveis pelas visitas de rotina às famílias da comunidade, a comunidade da Vila União tem Três agentes de Saúde, dessas Três uma pediu demissão e uma faz serviços interno por problemas de saúde, ficando uma unica (acs) para cobrir toda comunidades, outro problema e que por falta de recepcionista a secretaria de saúde do Recife esta desviando as ( ACS) de sua função para ser recepcionistas e organizadoras de filas, com isso as famílias atendidas pelas agentes de saúde ficam descobertas, a reclamação e geral por parte das comunidades. s.o.s Ministério Publico de Pernambuco.

 


Onda de violência no campo marca de sangue as mãos de Temer, acusa Humberto Costa

Onda de violência no campo marca de sangue as mãos de Temer, acusa Humberto Costa

Preocupado com a escalada recorde de violência no campo, que vem se agravando desde o ano passado, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), declarou, nesta terça-feira (25), que não há como não enxergar sangue nas mãos do presidente não eleito Michel Temer (PMDB) diante da situação. Nove trabalhadores rurais foram brutalmente assassinados em Colniza (MT) no fim de semana, sem que o Palácio do Planalto sequer tenha se manifestado sobre o assunto.

De acordo com Humberto, o último relatório anual da CPT sobre o tema atestou que todos os tipos de conflito e todas as formas de violência no campo aumentaram no ano passado em relação a 2015. O documento mostra que são os maiores números dos últimos 10 anos, sendo que os de terra, especificamente, são os maiores já registrados em 32 anos de documentação.

“Não há como analisar essa escandalosa situação que toma conta do campo sem apontar o dedo para esse governo infame e desastroso que aí está, que extinguiu o Ministério do Desenvolvimento Agrário, desmantelou as políticas do campo, suprimiu as estruturas responsáveis pelo bom andamento das questões fundiárias e estancou a reforma agrária, abandonando mais de 120 mil famílias que aguardam assentamento em todo o país”, criticou.

Segundo ele, esse é o governo dos latifundiários e dos ruralistas, que menospreza completamente os trabalhadores rurais. “Então, não há como deixar de se responsabilizar, diretamente, Temer e seu governo desastroso por essa violência bárbara que avança no campo”, afirmou.

Para o senador, o atual presidente ilegítimo é o maior fiador de um sistema que leva matadores de aluguel a se sentirem novamente protegidos e impunes para, covardemente, matar homens, mulheres e crianças.

“Não houve uma nota sequer do Palácio do Planalto lamentando a chacina de Colniza e anunciando providências do governo federal, o que é prova cabal de que Michel Temer é cúmplice desses assassinatos que explodiram sob sua nefasta gestão”, detonou.

O parlamentar avalia que a discussão sobre a violência no campo renasce de forma brutal no país. “E ocorre justamente quando nós julgávamos controlado esse terrível barril de pólvora que já fez milhares de vítimas ao longo de séculos, chaga debelada pelo diálogo com todos os atores envolvidos e as tantas ações efetivas empreendidas nos 13 anos de governos do presidente Lula e da presidenta Dilma”, ressaltou.

Diante do quadro absurdo na zona rural, que causa revolta para Humberto, o país tem outra grande razão, desta vez de caráter humanitário, para “derrubar esse governo podre, que agasalha, na sua imensa inépcia e incompetência, o estímulo a que os campos brasileiros virem um mar de sangue, um cemitério do seu próprio povo”.

“Não há outro caminho a seguir no Brasil, neste momento, que não seja a saída imediata de Temer para que nós, por meio de eleições diretas, retomemos as rédeas do país e impeçamos esses massacres dos quais ele é diretamente partícipe”, finalizou.


Falta de chuva leva Barragem de Pedra Fina ao colapso

Falta de chuva leva Barragem de Pedra Fina ao colapso

As cidades de Surubim, João Alfredo, Orobó e Bom Jardim vão ficar provisoriamente sem abastecimento de água devido a Barragem de Pedra Fina, em Bom Jardim, no Agreste Setentrional, não ter resistido ao sétimo ano consecutivo de seca no estado. O manancial com capacidade de armazenar 6,2 milhões de metros cúbicos de água atingiu o seu volume morto e está com 2% de acumulação. Pedra Fina é responsável por fornecer água para o Sistema Palmeirinha, que abastece as cidades de Surubim, Bom Jardim, João Alfredo, Orobó e parte de Limoeiro, e que juntas somam uma população de mais de 140 mil pessoas - atendidas pela Compesa. Em janeiro deste ano, quando a barragem registrava 27% da sua totalidade de reservação, a Compesa já tinha ampliado o rodizio de abastecimento nas quatro cidades do Agreste como medida para garantir a continuidade da distribuição de água e preservar o manancial.

 

Agora, com o colapso de Pedra Fina, Surubim, Bom Jardim, João Alfredo e Orobó passarão a ser atendidas provisoriamente por caixas d´água tipo chafarizes, distribuídas em pontos estratégicos das cidades através de caminhões-pipa. Para a cidade de Limoeiro - que ainda possui outra fonte de fornecimento de água, a Barragem de Carpina - será necessário ampliar o rodízio de abastecimento de água. Hoje, 30% da cidade recebe água durante 24 horas e 70% é abastecida no regime de três dias com água e seis dias sem. A partir do mês de maio, será estabelecido o calendário de três dias com água e nove dias sem para toda Limoeiro.

 

Antecipando-se aos efeitos da seca, no primeiro semestre de 2016, a Compesa elaborou um projeto para construir uma adutora emergencial a partir da Barragem de Siriji, localizada no município de Vicência, na Mata Norte. Com o projeto em mãos, o governador Paulo Câmara se empenhou junto ao Governo Federal para que fosse liberado recursos destinados à execução desse projeto, cuja obra já está em andamento  por meio do Ministério da Integração Nacional e com apoio técnico da Compesa. A conclusão da obra deve acontecer nos próximos 30 dias.


#GreveGeralPernambuco: Dia 28 de abril, sexta-feira, será dia de Greve Geral para defender os direitos trabalhistas e a aposentadoria.

#GreveGeralPernambuco: Dia 28 de abril, sexta-feira, será dia de Greve Geral para defender os direitos trabalhistas e a aposentadoria.

Dia 28 de abril, sexta-feira, será dia de Greve Geral para defender os direitos trabalhistas e a aposentadoria. 
Em Pernambuco, algumas classes já se pronunciaram sobre a greve geral, articulada pelas Centrais Sindicais – CUT, CTB, CSP Conlutas, UGT,  Força Sindical, Nova Central e Intersindical, com apoio das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo;
 
Lembrete: Quinta-feira, dia 27, será realizada uma coletiva de imprensa, às 10h, na sede da nova Central,  rua do Riachuelo, 105. Ed. Circulo, 5º andar, sala 505, na Boa Vista. Pauta: informes gerais sobre a greve geral.
 
Sexta-feira, dia 28, ato público seguindo de caminhada. Concentração, a partir das 14h, na Praça da Democracia Derby/Recife
 
Confira abaixo quais são até o momento as categorias que vão parar...
 
Rodoviários
Metroviários
Aeroportuários
Aeronautas
metalurgicos
Bancários
Polícia Civil
Servidores da Assembleia Legislativa de Pernambuco
Professores da UPE
Professores da Universidade Federal de Pernambuco
Trabalhadores da Previdência Social
Professores da rede municipal do Recife
Trabalhadores dos Correios
Petroleiros
Servidores Municipais do Paulista
Servidores Administrativos Fazendários
Servidores da Universidade de Pernambuco
Servidores do Poder Judiciário
Guardas Municipais do Recife
Trabalhadores em Processamento de Dados das empresas federais, estaduais, municipais e de empresas privadas.
Trabalhadores Químicos
Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino da Rede privada
Trabalhadores Portuários
Professores de Jaboatão dos Guararapes
Trabalhadores em Educação de Pernambuco
Servidores Municipais do Recife
Enfermeiros
Servidores Federais
Servidores estaduais da administração direta e indireta
Agentes Comunitários do Recife
Assistentes Sociais
Psicólogos
Farmacêuticos
Odontologistas
Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais
Agentes de Segurança Penitenciária e Servidores do Sistema Penitenciário
Auxiliares e Técnicos de Enfermagem  de Pernambuco
Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal
Associação dos Profissionais de Educação Física
Trabalhadores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
 
 
Trabalhadores da Construção Pesada
Trabalhadores em Asseio e Conservação
Condutores de Ambulância de Pernambuco
Sindicato dos Porteiros
 
Vários servidores públicos municipais, como por exemplo, de  Buíque,  São Bento do Uma, Bezerros, Abreu e Lima, Riacho das Almas, Iato, Exu, São Vicente Férrer, Tacaimbó. Tupanatinga, Sertânia, Moreno, Gravatá


O Brasil vai parar na sexta (28/4) contra retrocessos de Temer

O Brasil vai parar na sexta (28/4) contra retrocessos de Temer

Sexta-feira, dia 28 de abril, é dia de Greve Geral. Mais de 30 categorias profissionais de pelo menos 20 estados brasileiros já decidiram aderir ao movimento. Entre elas, servidores públicos estaduais e federais, metroviários, condutores, bancários, metalúrgicos, professores de escolas públicas e privadas, petroleiros, funcionários dos Correios, da construção civil, do comércio e da saúde.

A expectativa é de que este seja o maior ato de mobilização da classe trabalhadora brasileira desde a década de 1980, quando a disparada da inflação no governo Sarney e o Plano Cruzado conduziram o país a uma de suas maiores greves após a redemocratização.

“O dia 28 é o dia que a militância do PT tem que estar toda nas ruas convocando e organizando a greve geral”, afirmou o presidente da CUTVagner Freitas. “O PT é principal partido dos trabalhadores brasileiros e a greve geral será uma reviravolta na conjuntura de luta contra a retirada dos direitos. O PT é o maior partido de massas do país e tem que estar nas ruas com a CUT”, acrescentou ele.

Para o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), “o Brasil infelizmente está parando pelo desgoverno Temer e por toda a crise gerada no país a partir da quebra das regras democráticas, do desrespeito ao voto do eleitor”. Para ele, quanto maior é a perda de legitimidade do governo atual, mais ele ataca os direitos dos trabalhadores e dos mais pobres.

“Precisamos de uma ação conjunta que mire neste objetivo: frear as antirreformas trabalhista e da Previdência, retomar o crescimento do país, mas acima de tudo, retomar a democracia brasileira com a antecipação de eleições gerais para presidente, para governadores, para deputados e senadores, porque o grande problema do Brasil foi a quebra da sua democracia”, declarou Fontana, conclamando: “Dia 28, todos nas ruas!”

O presidente do PT, Rui Falcãodefendeu em seu artigo semanal que “esta é uma semana decisiva para mostrar o descontentamento e a oposição do povo aos planos sinistros do governo usurpador”.

Na Paraíba, o arcebispo do Estado, Dom Manoel Delson, disse que “o povo não aceita a reforma da Previdência nos termos que estão anunciando, se existe mesmo necessidade de fazer a reforma da Previdência ela deve ir em outra direção, tirando daqueles que ganham fortuna em cima dos trabalhadores, de todos que pagam impostos”. Ele ainda convocou todos os trabalhadores à manifestação no dia 28 de abril.

Atos pelo Brasil

Na cidade de São Paulo, 18 sindicatos já confirmaram paralisação. A Frente Brasil popular e a Frente Povo Sem Medo fazem um ato unificado com as centrais sindicais a partir das 17 horas no Largo da Batata, com caminhada até a residência pessoal de Michel Temer.

No Rio de Janeiro já são 21 sindicatos confirmados na greve, incluindo petroleiros dos terminais de Ilha D’água e Ilha Redonda. Na capital carioca, o ato ocorre na praça Cinelândia, a partir das 17 horas.

Em Sergipe, 27 sindicatos das mais diversas categorias aprovaram apoio à paralisação nacional. Entre as categorias que aprovaram participação no protesto estão os bancários, auditores fiscais, servidores do Estado, trabalhadores da construção civil, enfermeiros, trabalhadores rurais de 74 municípios, servidores públicos de Indiaroba e trabalhadores da Assistência Técnica e Extensão Rural.

Na Bahia, pelo menos 13 sindicatos confirmaram presença, como policiais civis, bancários e servidores do Judiciário, entre outros. “É a nossa chance de impedir os retrocessos. Vamos parar o Brasil e dizer não às reformas”, afirmou o presidente da CTB Bahia, Aurino Pedreira.

Paraíba terá a paralisação de ao menos 17 categorias. Em João Pessoa, capital do Estado, o ato está previsto para as 14 horas no Ponto Cem Réis, no centro da cidade.

Também estão confirmadas paralisações de sindicatos em Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Santa Catarina e Sergipe.

Agenda de Lutas

Como a Reforma Trabalhista teve o regime de urgência aprovado e deverá ser votada já na quarta-feira (26) em plenário, as centrais sindicais organizaram uma agenda de lutas para toda a semana, começando nesta terça-feira (25). Confira:

Terça-feira (25/4)

6h – Manifestação no Aeroporto de Brasília

10h – Manifestação na Câmara dos Deputados – Votação da Reforma Trabalhista

Quarta-feira (26/4)

Vigília na Câmara dos Deputados

Sexta-feira (28/4)

Greve Geral

Segunda-feira (1º/5)

Manifestações em todo o Brasil pelo Dia do Trabalho

Terça-feira (2/5)

Ocupa Brasília – Concentração com acampamento e manifestações permanentes no Congresso Nacional contra a subtração de direitos e a precarização do trabalho e contra o desmonte da Previdência Pública.

Da Redação da Agência PT de Notícias


Vereadora Marília Arraes (PT): MPPE recomenda proibição de práticas litúrgicas na Câmara

Vereadora Marília Arraes (PT): MPPE recomenda proibição de práticas litúrgicas na Câmara

Por: Leo Malafaia / Blog da Folha

De forma preventiva, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de sua 27ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital, recomendou, na última quarta-feira (19), à mesa diretora da Câmara Municipal do Recife, que se abstenha de autorizar ou permitir a realização da prática litúrgica e de rituais próprios de cultuação religiosa nas dependências, e nos anexos, da Casa Legislativa. 

A advertência, assinada pelo promotor de justiça Eduardo Luiz Silva Cajueiro, foi adotada considerando, entre outros dispositivos legais pertinentes à defesa do patrimônio, o art. 5º, da Constituição Federal, que estabelece que “o Estado Laico representa verdadeira salvaguarda à liberdade religiosa da cada cidadão” e, da mesma forma, “não endossa nenhuma religião, garantindo, outrossim, o respeito à descrença religiosa”. Para a vereadora, e líder da oposição na Casa, Marília Arraes (PT) a recomendação do MPPE é positiva. 

“A defesa do Estado Laico é uma luta que vem sendo travada desde o primeiro mandato. Inclusive, na edição do novo regimento me posicionei contra se manter o costume de se ler passagens da Bíblia e se falar no nome de Deus. A gente tem que prezar pelo Estado Laico, principalmente pelo momento de retrocesso que a gente vive no Brasil”, ressaltou.

A legisladora disse, ainda, que vai, dentro do mandato, estudar uma forma de que a Câmara retire o exemplar da Bíblia de dentro do plenário da Casa José Mariano. “É
importante frisar que esse posicionamento nosso não é contra qualquer religião. Ele é, sim, a favor de todas elas e para que a gente tenha um Estado sem discriminação”, pontuou.

Ruim
Por sua vez, a vereadora mais votada, e que compõe a bancada evangélica na Câmara, Michelle Collins (PP) afirmou que a recomendação é ruim e que afeta o direito de expressão religiosa. “Lá na Câmara existem várias ações de diversas religiões. E do jeito que foi posto, dá a entender que nada mais poderá ser feito”. 

Dessa forma, disse, “recebo com muita estranheza, visto que são atos que não violam nenhuma lei”. Além disso, Michele questionou que vários locais públicos, espalhados pelo Brasil, realizam cultos e manifestações religiosas, inclusive no próprio Judiciário. “Em Pernambuco temos um projeto do Judiciário chamado ‘Justiça com Deus’. 

É um grupo de juristas que realiza eventos, cultos e seminários. Na Páscoa, juízes e promotores realizaram um culto dentro do Fórum Joana Bezerra. Então, por que isso na câmara dos vereadores e dessa forma?”, argumentou. Independente da discussão sobre o tema, o descumprimento da medida, de acordo com o documento de recomendação nº 002/2017 - 27ª, importará na adoção das medidas judiciais cabíveis, com intuito de corrigir as irregularidades e responsabilizar os agentes públicos. A mesa, ainda segundo o MPPE, tem um prazo de 20 dias para informar a Promotoria de Justiça sobre as providências adotadas.


Não entramos no PT, nós construímos o PT, diz Benedita da Silva

Não entramos no PT, nós construímos o PT, diz Benedita da Silva

Acostumada a fazer campanha para o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), a doméstica Benedita da Silva estranhou quando a chamaram para conversar e debater a formação de um novo partido dos trabalhadores que surgia ao fim da década de 1970.

“Era uma coisa nova para gente. Até então era só votar. Os caras chegavam lá, a gente fazia campanha na comunidade para eles, mas chamar para fazer conversa? Aí a gente viu que esse partido realmente fazia essa conversa”, relembra ela.

Mulher, negra, a trabalhadora doméstica – hoje deputada federal pelo Rio de Janeiro – já era uma liderança na comunidade de Chapeu Mangueira, na zona Sul do Rio. Seu movimento era utilizado pela esquerda do MDB no período eleitoral. Mas ela nunca havia sido chamada para uma discussão de formulação política, como ocorreu quando ela se aproximou do PT.

“Nos filiamos. E falamos, aqui vamos finalmente ter vez e voz, um operário que é presidente deste partido”, conta ela. “Aí fomos para São Paulo, conversamos, discutimos, e cada um ficou uma tarefa”.

“Nos filiamos. E falamos, aqui vamos finalmente ter vez e voz, um operário que é presidente deste partido”

“E no Rio de Janeiro o brizolismo muito forte. Aquela dívida com o Brizola fez com que nós fizéssemos um esforço maior de reunir todas as lideranças de favela para criação do PT nas favelas”.

Segundo ela, algumas pessoas já organizadas em outros partidos, como o MDB, resistiram ao novo partido, porque poderia significar uma cisão da esquerda.

Contato com Lula

Benedita conta que foi uma das 111 pessoas que assinaram um manifesto que criou a tendência Articulação (hoje, Construindo um Novo Brasil, a CNB). Lula liderava esta corrente, na qual o sindicalismo era a força mais forte. Mas o ex-presidente quis buscar incluir outros setores, segundo a deputada, como os movimentos de favela e da igreja. Benedita, além de pertencer ao movimento das favelas, também era do movimento de mulheres. “Nós juntamos essa mulherada – já tinha um departamento feminino – para botar para frente o PT”, diz ela.

“Aí as pessoas perguntavam: ‘Será que não poderíamos eleger uma liderança da comunidade?’ Eu disse que provavelmente sim, mas nem me esperava que eles fossem me escolher”, relembra. Anos mais tarde, em 1994, Benedita tornou-se a primeira senadora negra do Brasil.

Benedita, que era do departamento feminino da Associação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro, conta que nessa época se aproximou muito do Lula. “Ele se mostrou muito acessível, mandou me chamar, eu fui na casa dele, ele falou da importância do PT para as comunidades”, conta. “Que a gente tivesse essa mesclagem do sindicalista, do trabalhador, da comunidade. A troca foi ótima e daí eu fiquei no PT de verdade”, diz.

“Nem considero que nós entramos no PT. Nós construímos o PT”.

Benedita foi trazendo para o PT todo o segmento da qual era oriunda.

“Não dava para eu querer convidar meus patrões para o PT. Meus patrões estavam em outra, tavam querendo me levar para outro partido”, relembra.

“Não dava para eu querer convidar meus patrões para o PT. Meus patrões estavam em outra, tavam querendo me levar para outro partido”, relembra.

“A gente lutava por saúde, esgoto, habitação. Enfrentamos o período da ditadura, foi muito difícil para nós. A chegada do PT foi uma porta que se abriu, vamos trabalhar isso, é a grande oportunidade que nós temos”, relembra.

Questão de gênero e raça

Luis Macedo / Câmara dos Deputados

A deputada Benedita da Silva

Benedita foi uma das que ajudou a introduzir a questão de gênero, racial e também temas da favela no partido. Mas não foi fácil, conta. “Tivemos uma dificuldade muito grande, porque revelou-se que o mundo do trabalho era um mundo bem machista”.

“Tivemos uma dificuldade muito grande, porque revelou-se que o mundo do trabalho era um mundo bem machista”.

Além disso, os marxistas, trotskistas e leninistas não compreendiam a questão racial. “Achavam que era dividir os trabalhadores. Mas fomos nos organizando dentro do partido e conquistando o nosso espaço”, afirma. “Tivemos dificuldade na política de gênero considerando a questão da mulher negra e também das que não são carimbadas feministas mas que ajudaram a criar o PT”, comenta.

Em seu início, a questão sindical e a discussão capital e do trabalho,da relação patrão-empregado, predominavam. Aos poucos, outros debates foram introduzidos: onde morava esse trabalhador, que escola seus filhos estudavam, cotas para mulheres etc.

Benedita foi uma das que defendeu a cota para as mulheres no 1º Congresso do partido, em 1991, e depois, em 2011, as cotas raciais e a paridade de gênero. “O Congresso mais marcante foi quando defendemos a cota para mulheres”, lembra. “E sempre a disputa muito grande, a disputa de ideias. Essa pluralidade que tem das tendências, ela tem um papel e esse papel nos faz crescer no campo da disputa. Esse é o PT”, diz.

Fé e política

Segundo Benedita, o partido tinha uma relação muito forte com as igrejas. “Tivemos uma química muito boa na criação do PT. Foi pegando pessoal da pastoral, da igreja católica, fazendo reunião com pessoal evangélico, fazendo essa conversa com a intelectualidade das igrejas evangélicas e católicas”, conta.

6º Congresso

“O congresso é um momento em que a gente reúne essas forças, essas contribuições, esses ideais e transforma em um só, o que é o fortalecimento do partido”, diz.

Para Benedita, esse congresso será um grande desafio para o PT, que tem que resgatar sua credibilidade.

“Primeiro a gente tem que levantar o nome do PT, se em 2018 a gente pretende disputar eleições para presidente”, diz. “A gente sabe que esse partido existe, mas tem passado por um momento extremamente difícil, e nós continuamos nele, porque esse partido somos nós”, afirma. “Não é uma sigla pura e simplesmente. São pessoas. E isso dá uma importância muito grande a esse Congresso.”

“Não é uma sigla pura e simplesmente. São pessoas. E isso dá uma importância muito grande a esse Congresso.”

Enfrentamento e legado

Para Benedita, até os adversários do PT já se deram conta da força do partido que, mesmo após ataque intenso, continua vivo. “Se não fosse um partido forte, ele já teria acabado”, diz.
O ataque feito ao PT, do mensalão ao impeachment da Dilma, levou a uma política de ódio e a uma direita fortalecida, segundo ela. “Fazendo o debate, vamos mostrar que cometemos erros, mas muito mais acertos, e que o nós dissemos é verdadeiro: de que tivemos um golpe institucional”, afirma.

Para ela, os desafios agora são maiores. “Porque constatamos não só o Congresso que nós temos, mas também o Supremo. E que os poderes não são tão independentes assim quando se trata de PT”. afirma.

A deputada afirma que o PT tem que mostrar o que fez: Minha Casa, Minha VidaBolsa Família. “Tudo o que o Lula fez. Não só para as favelas do Rio, mas para a pobreza brasileira, os miseráveis, que agora enfrentam um retrocesso nas políticas de proteção a esses segmentos”.

E, para a deputada, é impossível vencer sem alianças. Mas elas devem ser feitas sobretudo com os movimentos sociais e aqueles movimentos de resistência que tem sustentado o partido.

“Como disse o Lula, para que a gente possa levantar a cabeça, continuar tendo orgulho do nosso partido, da nossa estrela no peito e ir à luta”, resumiu.

Por Clara Roman, da Agência PT de Notícias


Campanha nas redes sociais para enterrar a carreira política dos Deputados Federais que votaram a favor da Reforma Trabalhista

Campanha nas redes sociais para enterrar a carreira política dos Deputados Federais que votaram a favor da Reforma Trabalhista


Vereadora do Recife Marília Arraes (PT) : A população vive apavorada, acuada, refém do medo

Vereadora do Recife Marília Arraes (PT) : A população vive apavorada, acuada, refém do medo

Os números da violência em Pernambuco são alarmantes e não deixam dúvidas: no governo Paulo Câmara o Estado retrocedeu DEZ ANOS e hoje os índices de assemelham aos da gestão do ex-governador Jarbas Vasconcelos. Temos uma média de 16 assassinatos por dia! Foram registrados 1.522 assassinatos e 497 estupros nos três primeiros meses de 2017. O feminicídio e outras formas de violência contra a mulher crescem a passos galopantes. A população vive apavorada, acuada, refém do medo. E ao invés de agir, o (des)governo se limita da traduzir o caos como "desconforto". Basta!
#PernambucoDesgovernado


Poços são reativados pela Compesa para abastecer distritos de Ipubi e Bodocó

Poços são reativados pela Compesa para abastecer distritos de Ipubi e Bodocó

Na Chapada do Araripe, Sertão de Pernambuco, a Compesa trabalha para reativar os dois poços tubulares de maior profundidade do estado - cada um tem mais de 900 metros de profundidade - e que estão localizados no município de Bodocó. Foi necessário mobilizar uma equipe especializada, equipamentos e maquinários, como guindaste e caminhão munck, para colocar um dos poços em operação novamente, a partir de amanhã (21), quando os serviços serão finalizados. Os serviços realizados são de alta complexidade, semelhante à uma intervenção realizada em poços de petróleo. O trabalho permitirá que mil famílias moradoras dos distritos de Né Camilo, Vila Francinete e Zé do Ouro, na área rural de Bodocó, além de Serrolândia, que fica em Ipubi, voltem a receber água nas torneiras, a partir da próxima semana.

A Compesa investiu R$150 mil para reativar apenas um dos poços, que vai fornecer a vazão de 40 metros cúbicos de água por hora. Só para a compra de um novo conjunto de bombeamento foram destinados R$ 80 mil. Ainda será necessário realizar a desobstrução da adutora para levar água até a população. No sábado (22), os técnicos irão realizar um diagnóstico no segundo poço - que possui uma vazão de 30 metros cúbicos de água por hora - para levantar qual será o serviço de manutenção necessário para reativá-lo. Com apenas um dos poços em operação, os distritos serão atendidos inicialmente com o rodízio de sete dias com água e sete dias sem o abastecimento.

A intervenção iniciou na última terça-feira (18), com a retirada 450 metros de tubulações de ferro - que compõe a coluna edutora do poço - e do antigo conjunto de bombeamento, para substituir pelo novo equipamento. Com a ajuda de um guindaste e outros maquinários, a coluna edutora, que pesa em torno de 13 toneladas, foi reinstalada a 400 metros de profundidade do poço. "Essa região concentra um dos maiores polos gesseiros do país, fato que interfere diretamente na qualidade da água encontrada em poços rasos. Por isso, a necessidade de se operar poços profundos para poder oferecer água dentro do padrão exigido para o consumo humano", explica o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, João Virgílio Lima, lembrando que a Compesa passou a operar os poços de Serrolândia no ano de 2013.