Teste de publicidades

Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto MTST, Bloqueia a BR 101 em Recife, contra a reforma da previdência e a terceirização

Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto MTST, Bloqueia a BR 101 em Recife, contra a reforma da previdência e a terceirização

MTST - Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, interditou os dois sentidos da BR-101, no trecho próximo ao Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), no bairro do Curado, Zona Oeste do Recife, durante esta sexta-feira (31). O bloqueio ocorreu no quilômetro 72, na altura do Viaduto de Jardim São Paulo.

Segundo Jô Cavalcanti, coordenadora do MTST e integrante da Frente Povo Sem Medo, cerca de 300 pessoas participaram do ato. A Polícia Militar não acompanhou o protesto. A interdição da via começou por volta das 6h30 e a via foi liberada por volta das 8h30. Na entrada do bairro de Jardim São Paulo, manifestantes colocaram fogo em pneus e interditaram a vida.

A manifestação faz parte do Dia Nacional de Paralisação, convocado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), contra a reforma trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo federal. O protesto é realizado também contra a Lei da Terceirização.


De volta ao século XIX? Eis o ponto de inflexão da nossa história.

De volta ao século XIX? Eis o ponto de inflexão da nossa história.

Por Hercílio Maciel

 
 Naquele tempo, o Brasil, com uma população estimada de 3 milhões de habitantes, a maioria rural, passava por profundas transformações. A vinda da família real em 1808, a proclamação da independência 1822, a promulgação da lei Áurea 1888 e a proclamação da República 1889, fecharam um século no qual o país começa Colônia e termina República.

Às mudanças na forma de governo não corresponderiam iguais mudanças na organização da economia. Durante todo o século foi preservada a matriz da época colonial: Extrativismo: apogeu e queda do ciclo do ouro, em Minas Gerais; Agricultura: o polo açucareiro no nordeste, o polo de desenvolvimento autônomo no Maranhão (apogeu e crise da economia algodoeira) e início da cultura do café, já na segunda metade do século; Comércio de escravos, o mais lucrativo negócio da época, responsável pela construção das mais sólidas fortunas e Mercado interno fragilizado pelo baixo valor monetário decorrente do uso da mão de obra escrava, incapaz de alavancar a produção industrial.
A Inglaterra, que pôs fim ao negócio dos traficantes de escravo brasileiros, passou a assumir, a partir da abertura dos portos e de outros tratados assinados posteriormente, o controle econômico efetivo do país. 
Uma tentativa de industrialização viria com o Barão de Mauá (Irineu Evangelista de Sousa), como financista e industrial. Responsável pela fundação do Banco do Brasil - posteriormente apropriado pelo governo brasileiro - e pelo início da produção de navios, era, infelizmente, uma honrosa e singular exceção ante à elite agrícola e escravocrata brasileira. Ele acreditava que canalizando para a expansão industrial os volumosos recursos dos traficantes, cujo negócio havia acabado, poderia expandir a produção industrial. Perdeu para a mente atrasada de uma elite retrógrada, que, como disse Frei Vicente de Salvador, viviam muito mais como usufrutuários da terra do que como senhores.
O baixo valor monetário da economia doméstica e a forte resistência política dessa elite, encastelada no poder, foram importantes obstáculos à industrialização brasileira. O pequeno grupo de endinheirados se satisfazia com a importação de produtos industrializados, concentrando seu poder político para preservar o valor monetário interno da economia primário-exportadora, mesmo que às custas de câmbios artificiais e da redução das taxas alfandegárias. 
Porque retomar a história de século XIX no momento em que o país está no inicio do século XXI?
Em seu livro Poder Global, o professor José Luiz Fiori, já em 2002, destacava que o fracasso da utopia globalitária traria de volta, pelas grandes potências, a velha defesa do livre comércio, que havia sido testada no século XIX.
Se, no século XIX o Brasil lutava contra a elite agrária e o baixo valor monetário da mão de obra para implantar a indústria, no século XXI a estratégia terá que ser outra, considerando que o país já conta com fortes setores industriais e de serviços, além de um mercado interno capaz de oferecer escala para expansão da indústria nacional. 
O século XIX parece chegar até o século XXI no Brasil, pelas mãos da Lava a Jato e ações decorrentes, a mais grave delas, o golpe. Essas ações atingiram duramente os 4 mais importantes setores da indústria do país: Petróleo e Gás, Construção Pesada, Agro-Negócio e a Indústria Naval.
A estratégia se completa com a terceirização, que vai reduzir drasticamente o valor monetário da mão de obra nacional e a reforma da Previdência cujos repasses com o pagamento dos benefícios representou, em 2012, para 71,8% dos municípios brasileiros, valores  superior ao repasse feito pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM). E é nestes municípios onde se concentra a população com menor esperança de vida ao nascer. Com a reforma proposta, que aumenta para 49 anos de contribuição e 65 anos de idade mínima, a tendência é que se torne muito mais difícil a aposentadoria, com impactos maiores nos municípios com baixa atividade econômica e menor esperança de vida. Com menos renda disponível diminui o tamanho do mercado nacional, comprometendo a industrialização. Cairão as receitas dos governos e aumentará a pobreza extrema. O Brasil de volta ao século XIX.
É importante registrar que no século XIX, o povo brasileiro, entregue a sua própria sorte, mesmo sendo a população brasileira algo em torno de 3 milhões de habitantes, a maioria morando nas áreas rurais, marcou a história do século com várias lutas e revoltas, entre elas a Farrupilha (RS)Revolução de 1817 (PE), Confederação do Equador(NE)Balaiada (MA)Sabinada (BA)Praiera (PE)Cabanagem (PA)Canudos (BA), entre outros.
Nos dias de hoje verifica-se que parcela expressiva da elite continua com a mentalidade daquele século, apoiando esse retrocesso. 
Resta saber se esse jogo foi combinado com a parcela majoritária do os mais de 200 milhões de brasileiros,a grande maioria moradores urbanos. Como reagirão ao serem empurrados de volta ao século XIX? A direção desse movimento definirá o curso da história e o futuro do país.

Fonte: https://blogdehercilio.blogspot.com.br/2017/03/de-volta-ao-seculo-xix-eis-o-ponto-de.html?spref=fb


Bruno Ribeiro convoca a militância petista para as Eleições Internas do PT

Bruno Ribeiro convoca a militância petista para as Eleições Internas do PT

Este é um momento estratégico para o fortalecimento do PT e das Lutas Populares contra as ameaças dos golpistas aos Direitos de nosso povo.
Por isso, é muito importante que todos e todas militantes do PT em Pernambuco participem do PED 2017, debatendo os novos rumos políticos de nosso partido, elegendo as Direções Municipais e a Chapa de unidade para o Congresso Estadual.
Então, vamos ampliar a nossa Mobilização para as Eleições Internas do PT no próximo dia 09 de abril. Unidos estaremos mais fortes para combater os retrocessos em Pernambuco e no Brasil e para reeleger LULA Presidente em 2018.
Bruno Ribeiro Paiva
Presidente do PT-Pernambuco
#UnirParaFortalecerLutareVencer


FERNANDA MONTENEGRO GRITA FORA TEMER

FERNANDA MONTENEGRO GRITA FORA TEMER

Uma das maiores atrizes do país, Fernanda Montenegro deu o seu recado a esse governo ilegítimo, sem respaldo e contrário aos interesses do povo.

A sessão no Teatro Guaíra que a Global participou tinha apenas convidados e era voltada para estudantes, onde Fernanda apresentava o monólogo 'Nelson Rodrigues por ele mesmo'.

A atriz comentou sobre protestos sociais e manifestações dentro do Teatro e citou um caso de um homem que chamou outro de 'tarado' em uma sessão.  "Isso hoje não acontece, não aconteceria. Porém caminhamos... Então, nessa época, em que o Nelson [Rodrigues] era cronista da direita militar, as pessoas que se levantavam não era por razão política. Era por problema moral. Era só moral. Nunca houve protesto: 'Esse homem é da direita!'. Não. Hoje você pode fazer o que quiser aqui. Pode protestar. Seria ótimo se acontecesse, mas não acontece. Vocês têm notícias? Às vezes gritam 'Fora Temer', né?", disparou.

Em seguida voltou a gritar: "Fora Temer! Fora Temer!", recebendo ainda mais aplausos da plateia.


#ForaTemer

 


Juventude Ocupa Sede da Rede Globo #EsquentaGreveGeral

Juventude Ocupa Sede da Rede Globo #EsquentaGreveGeral

Rio 247 - Avalista do golpe parlamentar de 2016, que arruinou a economia nacional e manchou a imagem do Brasil no mundo, a Globo teve sua sede ocupada nesta manhã, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.

Manifestantes montaram dezenas de barracas e ergueram a faixa "Golpe, a gente vê por aqui". "Se a juventude se unir, a Globo vai cair", gritavam os manifestantes. 

Globo apoiou o golpe militar de 1964 e só pediu desculpas 50 anos depois, para, logo em seguida, apoiar o golpe parlamentar de 2016, que instalou Michel Temer no poder, um projeto reprovado por 90% dos brasileiros.

https://www.facebook.com/MidiaNINJA/videos/855018574656289/


#EsquentaGreveGeral

#EsquentaGreveGeral

#EsquentaGreveGeral Alô Recife! O esquenta para a greve geral acontecerá nesta sexta-feira (31), na Praça dos Diários, a partir das 15h. Participe!
 
www.pt.org.br/agenda

 Assembleia instala Comissão Especial do Estatuto da Metrópole

Assembleia instala Comissão Especial do Estatuto da Metrópole

 
A Assembleia instalou, nesta quarta (29), a Comissão Especial do Estatuto da Metrópole, colegiado que tem como objetivo auxiliar o Estado e os 14 municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR) a se organizarem para o cumprimento da Lei Federal n° 13.089/2015 (Estatuto da Metrópole). A norma estabelece diretrizes para o planejamento, a gestão e a execução compartilhada das funções públicas de interesse comum desses conglomerados urbanos.
 
Eleita presidente da Comissão, a deputada Priscila Krause (DEM) acredita que a Alepe pode enriquecer o debate e desempenhar um papel importante de articulação dos atores envolvidos. “Os municípios que compõem uma região metropolitana, apesar de separados por limites geográficos, apresentam problemas comuns e, por isso, é necessário pensar em soluções compartilhadas. É isso que o Estatuto estabelece, e nós precisamos nos preparar para cumpri-lo”, explicou.
 
A democrata esclareceu, também, que a lei federal determina que Estado e municípios organizem uma estrutura de governança conjunta e, a partir do modelo escolhido, desenvolvam um plano de desenvolvimento integrado. O conteúdo definido pelos entes federativos deverá ser formalizado em um projeto de lei estadual e em outras 14 proposições municipais, a serem encaminhados para as respectivas casas legislativas. Todo esse processo deverá ser concluído até janeiro de 2018.
 
“Os projetos municipais e estadual deverão estar bem amarrados. Por isso, é importante que o Legislativo e a sociedade civil organizada acompanhem o processo de debate, enriquecendo a proposta final a ser apresentada”, avaliou. Essa é a mesma opinião do líder do Governo, deputado Isaltino Nascimento (PSB), eleito relator do colegiado. “A Assembleia deve assumir seu papel de aglutinadora de demandas e propostas e atuar com protagonismo nesse processo”, defendeu.
 
A Comissão Especial contará, ainda, com os deputados Ricardo Costa (PMDB), Sílvio Costa Filho (PRB) e Terezinha Nunes (PSDB) como membros titulares. Atuarão como suplentes os deputados André Ferreira (PSC), Edilson Silva (PSOL), Pastor Cleiton Collins (PP), Teresa Leitão (PT) e Waldemar Borges (PSB).
 
Estatuto da Metrópole – A Lei Federal n° 13.089/2015 fixa regras e prazos para a formulação de um plano de desenvolvimento integrado dos municípios que fazem parte das regiões metropolitanas. A proposta é que haja um compartilhamento das responsabilidades entre União, Estados e municípios, baseado em um modelo de governança inter federativa.

Deputada Teresa Leitão (PT)  Cobra do Governo do Estado a Abertura de Um Canal de Diálogo com o Sindicado dos Servidores do Detran PE

Deputada Teresa Leitão (PT) Cobra do Governo do Estado a Abertura de Um Canal de Diálogo com o Sindicado dos Servidores do Detran PE

Por Robson Sampaio/ Blog do Robson Sampaio

Paralisação que dura 45 dias no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) motivou pronunciamento da deputada Teresa Leitão (PT) no Plenário da Assembleia Legislativa, nesta quarta (29). A parlamentar pediu ao Governo do Estado que atenda aos termos negociados com os servidores em 2016 e cobrou a abertura de um canal de diálogo. “É preciso que se receba o sindicato para chegar a uma saída. A greve não pode ser morta por inanição”, alertou.

Nessa terça (28), registrou a petista, o Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran) realizou passeata ao Palácio do Campo das Princesas, no Centro do Recife, onde um grupo foi recebido pela Secretaria da Casa Civil. O movimento pede solução para o plano de saúde dos trabalhadores – hoje contratado em caráter temporário –, reajuste nos vencimentos e a concessão de gratificações. A pauta, avaliou Teresa Leitão, tem baixo impacto financeiro quando comparada à arrecadação do órgão.

O “grande número de terceirizados” que atua no Detran, relatou a deputada, tem sido explorado de “maneira nefasta” pelo Governo para prolongar a greve. Segundo a parlamentar, como não podem cruzar os braços, os contratados são utilizados para manter os serviços em operação enquanto o Executivo se nega a negociar com a categoria. “É uma postura autoritária, que não condiz com o serviço público”, criticou.


Francisco Rocha Rochinha coordenador da corrente majoritária do PT da seu recado

Francisco Rocha Rochinha coordenador da corrente majoritária do PT da seu recado


Golpe lembrando um Golpe

Golpe lembrando um Golpe

Golpe lembrando um Golpe

Em tempos de remissão, quando se faz reflexão sobre nossas atitudes, é bom "lembrar para não se repetir jamais", os anos de obscuridade e violência extrema durante a barbárie da ditadura militar em nosso país.
Em 2017, serão mais de 50 anos após aquele período onde tantas famílias sofreram horrendas crueldades.

Preservemos a memória!

Luciene Malta

"A mídia hegemônica brasileira, quando conta a história da ditadura, resultante do golpe militar de 1964, que ela articulou conscientemente e do qual participou decisivamente, o faz a seu modo, muitas vezes excluindo sua cota-parte na implantação daquele regime de terror e morte. É como se nada daquilo tivesse a ver com ela. O que é, obviamente, uma mistificação. Em outro momento dessa série, revelei a natureza golpista de sua intervenção naquele episódio, sua apaixonada participação na derrubada de um governo legítimo, como o de João Goulart. Ou como o de Getúlio Vargas. Preocupação com legitimidade ou legalidade nunca foi o seu forte.
       
Antes ainda que se fale propriamente da relação entre a mídia hegemônica e a ditadura, aconselha-se a que situemos os diversos períodos da ditadura, rapidamente que seja. Entre 1964 e 1968, costumo dizer que a ditadura viveu um dilema hamletiano: ser uma ditadura pra valer, ou combinar ditadura e legalidade. A Constituição de 1967 foi um esforço para combinar legalidade com arbítrio, se é possível isso. Diante do início das mobilizações populares, particularmente do movimento estudantil, a ditadura resolve radicalizar, e acaba com seu dilema. Para não anistiar o período, lembremos que a ditadura já havia matado 39 pessoas.

O AI-5 evidencia que foi rompida qualquer dúvida: agora, era ditadura, sem tirar nem pôr, tempo em que o filho chorava e a mãe não via. A partir de 13 de dezembro de 1968, o tempo fechou. Tortura, mortes, desaparecimentos, fim de qualquer legalidade. Período de Médici, tempo de Murici, cada um cuide de si. Ditadura sem freios, se é possível freios em ditaduras. Aqui, nessa fase, o maior número de assassinatos e desaparecimentos.
    
Veio Geisel, em 1974, e a abertura lenta, gradual e segura. Início do que poderíamos chamar transição pactuada, e uma transição ainda marcada pela presença de prisões, torturas, desaparecimentos, e quando o estrato militar travou uma dura luta interna entre os que pretendiam, a médio prazo, passar da ditadura para um regime legal, e os que pretendiam radicalizar na violência e manter a ditadura.

Geisel venceu a parada, sem que, no entanto, parasse com os assassinatos. “Não podemos deixar de matar”, dissera ele em depoimento gravado, como revela o jornalista Élio Gaspari em um de seus livros sobre o período. A transição pretendida não foi a frio – foi a quente, regada a sangue, com muitas mortes, podendo-se lembrar o Massacre da Lapa, em 1976, quando foram mortos alguns e torturados outros tantos dirigentes do PC do B. Ou a repressão que se abateu sobre o PCB, que exterminou dez de seus dirigentes, e que matou Vladimir Herzog. E tantas outras prisões, de variadas organizações revolucionárias."

Fonte Texto aspeado:  http://www.teoriaedebate.org.br/materias/nacional/o-silencio-dos-inocentes


Deputado Odacy Amorim (PT-PE)  Solicita Solução Para o Conflito em Projetos de Irrigação Entre Bahia e Pernambuco

Deputado Odacy Amorim (PT-PE) Solicita Solução Para o Conflito em Projetos de Irrigação Entre Bahia e Pernambuco

O deputado Estadual Odacy Amorim (PT-PE) durante seu discurso na Assembleia Legislativa de Pernambuco – Alepe, nesta segunda-feira (27), cobrou uma solução para os agricultores familiares assentados há cerca de 12 anos, entre os projetos Senador Nilo Coelho e Maria Tereza, região onde o parlamentar esteve no domingo (26), e ouviu que os trabalhadores do campo estão enfrentando um ponto de tensão.

De acordo com o parlamentar, os agricultores disseram estar sob ameaça de despejo porque ocupam uma área de preservação ambiental, que pertence ao município de Casa Nova (BA), na altura da região de Santa Rita, vizinho aos perímetros irrigados.

Odacy Amorim aproveitou a presença do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) na Reunião Plenária da Alepe e sugeriu como proposta que município de Casa Nova possa ter um projeto como é o Muquém em Pernambuco.

“Sugiro que transforme aquela área (de Santa Rita), em um projeto municipal com o governo do Estado da Bahia, e este junto ao Governo Federal possa encontrar uma solução para área de reserva legal dos Projetos Senador Nilo Coelho e Maria Tereza. Vi que têm muitos petrolinenses lá senador e queria fazer um apelo a vossa excelência que interceda por aqueles agricultores”, cobrou o deputado.

Odacy Amorim ressaltou ainda que recebeu uma ligação nesta segunda (27) do ex-prefeito de Juazeiro Isaac Carvalho (PC do B), que disse acreditar que a sugestão apresentada pelo parlamentar é interessante.

“Não é só viver nas caatingas, na seca, na pobreza e na miséria, deixa 10 mil hectares pra sequeiro, e pode botar mil hectares e dividir dois para cada família já será suficiente para dar vida digna para eles”, enumerou o deputado Odacy Amorim.


Deputadas criarão Comissão Especial para investigar prática de estágio em Pernambuco

Deputadas criarão Comissão Especial para investigar prática de estágio em Pernambuco

Uma comissão especial para investigar os estágios em Pernambuco foi anunciada pela presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa, deputada Teresa Leitão (PT), ao término da audiência pública realizada na manhã de hoje (29), na Alepe, para tratar da política estadual de estágios. A comissão especial tem prazo de três meses e é instalada quando um tema de interesse público precisa ser aprofundado. A audiência pública foi solicitada pela deputada Terezinha Nunes (PSDB).

 

De acordo com Teresa Leitão, a iniciativa de se criar uma comissão especial se deve às várias denúncias de irregularidades apontadas pela procuradora do Trabalho e vice-coordenadora nacional da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, Vanessa Patriota. A procuradora destacou que têm sido firmados contratos de estágio que mascaram relações de emprego, em descumprimento à Lei nº 11.788/2008, conhecida como Lei do Estágio. 

 

Vanessa Patriota informou ainda que o Ministério Público do Trabalho tem investigado instituições de Ensino Superior e empresas públicas e privadas que são responsáveis por estágios de estudantes com o objetivo de evitar a substituição de trabalhador por estagiários. Ainda segundo a procuradora, a ideia é valorizar o estágio na sua função de garantir a prática condizente com a grade curricular dos cursos de graduação e da educação profissional.

 

Em um município de Pernambuco, o Ministério do Trabalho identificou 300 estagiários contratados para substituir professores, enquanto concursados esperavam ser chamados para ocupar as vagas que estavam preenchidas pelos estagiários. A investigação levou também a academias de ginástica em que havia um educador físico e 20 estudantes ocupando vagas que deveriam ser destinadas a profissionais.

 

Teresa Leitão ressaltou que esses fatos se caracterizam como precarização das relações de trabalho e que o estágio é fundamental para a formação do estudante. Segundo a parlamentar, é necessário preservar a sua função social e garantir ao aluno que ele tenha um acompanhamento adequado do estágio, com jornadas de trabalho de 20 horas semanais, como rege a Lei do Estágio, e um plano pedagógico que garanta a prática do seu curso de formação.

 

Atualmente, o CIEE (Centro de Integração Empresa Escola ) e o IEL (Instituto Euvaldo Lodi), agentes de integração entre os alunos e as empresas contratantes, têm, juntos, cerca de 18 mil estagiários. As instituições, presentes da audiência, destacaram que são parceiras do Ministério do Trabalho e que têm o objetivo de cumprir a lei, garantindo que os estudantes tenham acesso aos estágios.